Cota nas universidades: Inclusão ou retrocesso?

Enviada em 24/11/2020

A pluralidade de pessoas nas universidades brasileiras não era tão recorrente até o ano de 2000, as instituições de ensino superior eram em sua maioria preenchidas por estudantes de classe alta. Após o ano supracitado o Brasil aprovou a “lei de cotas” mudando o atual senário da época e trazendo multiplicidade para as universidades.

Assim tornasse coerente pensar que em um país onde a população em sua grande maioria é negra e de classe social baixa a ocupação nas universidades seja no minimo igualitária. Sabe-se que a distancia entre a periferia e as universidades não é apenas física e sim estruturada em preconceitos, tornando nítida a exclusão da maioria e incluindo apenas uma parcela das pessoas.

Por isso em pensamentos de progressão deve ser incabível a possibilidade de qualquer grupo tornar-se excluído, o mesmo dito pelo filosofo Émile Durkheim, " O individuo só poderá agir na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido, a saber quais são suas origens e as condições de que dependem.

Logo cabe a população nacional a obrigação de fortalecer o vinculo e a proximidade que as leis de cotas trouxeram aos jovens, adultos e idosos de ter a oportunidade de estar dentro das universidades se habilitando e se capacitando através do ensino superior para que de alguma forma mude o atual senário brasileiro.