Cota nas universidades: Inclusão ou retrocesso?

Enviada em 27/11/2020

Na época Brasil colonial muitos negros eram trazidos da África para serem escravizados no Brasil, e tinham uma expectativa de vida de 21 anos, atos de crueldade e horrorosos e que levaram ao negro, mesmo após sua liberdade, não ter condições de vida igual ao Branco. Sem dúvida, esses atos não podem ser reparado, mas deve haver uma ajuda a essas pessoas, que por causa da descendência histórica não tiveram a mesma oportunidade. Bem como, todos os outros que vivem no Brasil hoje e não tem as mesma chances que outros.

Ao saber disso, podemos tentar achar formas de trazer uma igualdade, e uma das melhores formas, é dando as mesmas oportunidades, ou seja, fazendo contas para eles, para que haja um inicio de um futuro melhor e com realizações de sonhos. Realmente estamos  em uma sociedade desigual, que pode ser descrita pelas frases do sociólogo Said Augusto, que dizia o seguinte, “Estamos num pais onde todos são iguais, mais vivemos submergidos em total desigualdade social”.

Como resultado, a mudança de vida desses indivíduos está muito mais facilitada, como muitos com condições de vida boa. E não estará só ajudando aquele homem ou aquela mulher, mas também nosso pais, já que o número de pessoas carentes iria diminuir, e a circulação do dinheiro iria aumentar, era como o grande filósofo Aristóteles citou, “A educação tem raízes amargas, mas os seus frutos são doces”.

Em síntese de alguns problemas sociais que o Brasil se encontra o governo deve dar mais cotas, para as pessoas carentes e negros, por meio de universidades publicas e oferecer mais bolsas em faculdades particulares, para que todos tenham as mesmas chances, e para que isso aconteça as pessoas devem parar de ignorar a grande diferença social que existe em nosso pais, ademais as pessoas que tem o poder abrir os olhos para esses problemas, René Descartes, “Daria tudo que sei pela metade do que ignoro”.