Cota nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 28/11/2020
Na música: ‘‘Cota não é esmola’’,da cantora Bia Ferreira,reforça a importância das cotas,no sistema educacional,como um meio para afirmar as ações afirmativas.Logo,o argumento da cantora torna-se bastante válido no contexto brasileiro,uma vez que as cotas auxiliam no processo de inclusão social e fim das desigualdades vigentes.
Primordialmente,o sistema de cotas aumentou o números de alunos negros nas universidades do país.De acordo com o Ibge,antes da aplicação das políticas afirmativas,no Brasil,5% dos universitários eram negros,porém,após a aplicação das cotas,esse número aumentou para 12%.Dessa forma,o sistema virgente é de extrema relevância para operar a favor da inclusão.
Ademais,as cotas servem para obstruir a cultura de desigualdade social que perpetual no país.Segundo Paulo Freire,educador brasileiro,a educação é o único veículo para que ocorra uma mudança social de forma positiva.Nesse viés,a inclusão da educação serve como um caminho para os mais pobres de mudar a sua realidade.
Portanto,medidas devem ser administratas para amenizar o quadro atual.Para garantir o acesso ao ensino superior através das cotas,urge ao Ministério da Educação-orgão público de maior hierarquia educacional-à afirmação,por meio de uma emenda constitucional,das cotas universitárias no país.Assim,o Brasil tornará-se um país onde a educação é incluida,em quaisquer circunstâncias, à todos os cidadãos.