Cota nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 08/11/2023
A Constituição Federal de 1988, garante a todos os cidadãos o direito a uma educação de qualidade. Entretanto, no que tange à fragilidade nas escolas para o preparo de alunos beneficentes de cotas em universidades hodiernamente, essa isonomia é quebrada, Haja vista que a falha na capacitação, atrelado ao sentimento de incapacidade de negros e pobres do país corroboram para graves mazelas sociais. Exposto isso, convém debater a temática e apontar soluções plausíveis.
É axiomático, que a fragilidade de ensino nas escolas públicas está entre as causas do problema supracitado. Conforme o Filósofo Immanuel Kant ” O ser humano não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Logo, observa-se que Grande parte dos alunos que frequentaram as escolas comunitárias do país, obtiveram um ensino muito inferior a outros que, frequentaram escolas privadas. É inquestionável, que o ensino de má qualidade faça com que jovens desconheça direitos e benefícios que a constituição lhes garante.
Por conseguinte, grande parcela de estudantes das escolas públicas, por não terem conhecimento de seus direitos e por não serem motivados devido ao ensino defasado da rede pública, acabam enxergando a vida universitária como algo surreal e inalcançável. Segundo uma matéria publicada no site G1, o número de crianças de aglomerados que tem abandonando os estudos tem aumentado muito nos últimos anos. Logo, a lei que garante cotas a essa parcela,tem sido pouco eficaz para a resolução da problemática.
Portanto, medidas são necessários para resolver o empasse. Cabe ao Super Ministério da Economia,Juntamente com Ministério da Educação (MEC), igualar os métodos de ensino das escolas privadas nas escolas públicas, por meio do direcionamento de parte do PIB, no qual será usado para capacitação de professores e melhoria na estrutura das escolas.