Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 29/09/2019
A Lei de cotas dá direito a percentual de vagas aos estudantes que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. Funciona da seguinte maneira: 50% das matrículas de determinado curso da Universidade devem ser efetuadas por alunos egressos da rede pública. Entretanto, a lei favorece os de baixa renda, negros, pardos e índios também, pois dessas vagas, metade deve ser preenchida por alunos com renda familiar igual ou menor a um salário-mínimo e meio per capita; e um percentual mínimo (de acordo com dados do IBGE) dessas vagas adota critérios de raça para seu preenchimento. A Lei também funciona para oriundos de colégios militares.
Existe Cotas Sociais : escola pública, baixa renda familiar e deficiência e também existe Cotas Raciais: autodeclaração de raça, ou seja, estudantes pretos, pardos ou indígenas de escolas públicas têm assegurado por lei carteiras nas universidades federais.
Os Estados Unidos teve origem ao sistema de cota na década de 60, porém foi abolida em 2007 pela suprema corte, pois o Sistema de Cotas não contribuiu para a igualdade de raças.
Alguns dizem que as cotas são inclusão, pois diminui a desigualdade e o racismo e, outros dizem que as cotas são um retrocesso, pois não diminui desigualdade e nem o racismo. Já que temos que rotular nossa cor de pele, algo que não devia ser importante.