Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 01/10/2019
Cota é inclusão
Foi decretada, em 1888, a libertação dos escravos no Brasil. A população da época não estava acostumada com a inclusão de negros na sociedade, a partir disso as pessoas não se importavam em dar oportunidades de trabalho para aqueles que já foram escravos. As cotas para negros em universidades são explicadas por conta dos tempos passados, uma forma de pedir perdão pela miséria vivida. Já as cotas para alunos de escolas públicas e também pela questão financeira é defendida, estudantes que não possuem capital alto não conseguem concorrer com aqueles que possuem. Os pobres não dispõem de dinheiro que possa pagar ajudas escolares ou boas escolas, então as cotas foram colocadas nas faculdades com o objetivo de incluir justamente os cidadãos.
Pessoas com capitais opostas devem ser separados na parte de divisão de vagas, uma renda familiar maior significa melhores oportunidades com cursos e escolas privadas. Os com falta de rendimento capitalista alto deverão organizar os estudos e trabalhos para ajudarem os seus responsáveis no custo de vida familiar. Sem essas cotas financeiras as universidades federais e estaduais iriam se transformar em instituições de cursos só para ricos, indivíduos pobres de escolas públicas não seriam capazes para concorrer com os privilegiados.
Por meio desses impasses é perceptível que cotas em universidades tem exclusivamente o objetivo de incluir pessoas que não tem as mesmas oportunidades. Para melhor adaptação dessa divisão de estudos na sociedade pede-se a criação de ONG’s ou institutos interligados nas faculdades que possam explicar para os indivíduos interessados a intenção das cotas raciais e financeiras. Se for possível para o Estado criar mais vagas ou turmas para estes cotistas sem que atrapalhe outras questões da nação.