Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 30/10/2019
No ano de 2002,a Universidade Estadual do Rio de Janeiro,cria e integra cotas no seu sistema de ensino para alunos de escolas públicas,pela primeira vez. Após,diversas outras faculdades aderiram a isso e ainda a cotas raciais,até ser regularizada no ano de 2012. Nessas perspectiva, essas cotas oportunizam e incluem estudantes de todas origens. Porém, ainda hoje,existem divergências e controversas opiniões a partir da temática. Nesse contexto,é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial problemática.
Em primeira análise, segundo estudos divulgados pela UERJ juntamento com a UNICAMP,o desempenho de alunos cotistas supera o resultados de estudantes de livre concorrência. Nessa perspectiva,pode ser observado, a capacidade destes de integrar e oportunizar estes estudantes,pois sem elas,não teriam a chance de se destacarem e se integrarem em universidades bastante renomadas.
Em segunda análise, há empecilhos e as idéias de retrocesso. Muitos acreditam que cotas sejam divisão feitas pelo governo,como acredita o atual presidente Jair Bolsonaro,este afirma que as vagas deverão ser preenchidas por meritocracia. Assim como ele,camadas da população tem esse estigma,esquecendo das desigualdades e das diferenças dificuldades enfrentadas ma formação de indivíduos negros e de ensino público. Destarte,são imprescindíveis medidas que debatam e conscientizem a população sobre a problemática em questão. Posto isso,cabe as Escolas por meio de campanhas e debates,abordar sobre o sistema de cotas e o seu funcionamento, além da exposição da sua importância e necessidade na integração da comunidade em geral. A fim de estabelecer e transparecer o conhecimento e quebrar pensamentos semelhantes ao do presidente