Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 18/04/2021
Tendo em vista que todos devem ter direito, como mesma oportunidade para que elas possam desenvolver suas habilidades, um incentivo federal que possibilita muitos estudantes que não tiveram acesso a uma educação de qualidade acaba tendo uma oprtunidade de entrar em universidade pública.
Porém algo que gera grande repercussão é se esse método de facilitação ao acesso estudantil, não é uma forma de diminuir a desigualdade ou desvalorização de dada classe ou origem social. Existe atualmente cotas para negros, pardos negros e índios, pessoas de baixa renda e que estudão em escola pública. Se levarmos em consideração a favelização teremos uma população de mais de 70% negra, que vive em subúrbios e com baixa escolaridade. Entretanto o principal fator a ser analisado, é a questão socio-econômica do indivíduo e não a sua cor de pele.
Um fato que também é questionavel é a presença de estudantes com condição econômica alta em escolas públicas buscando a obtenção de cotas. Certo que é direito de todos mas a disputa não é justa. Essas pessoas acabam dando o famoso jeitinho brasileiro, estudando em escolas públicas para que mais tarde possam ter acesso as cotas, e assim roubando a vaga de alguém que realmente precisa.
O sistema de cotas é sim uma forma de incluir pessoas em universidades mas ao mesmo tempo é um retrocesso, pois no lugar do governo investir mais em educaçao melhorando os ensinos das escolas públicas para que elas cheguem ao nível de uma escola particular ele cria cotas que podem ser facilmente burladas. E além disso o único fator que deveria ser analisado é a condiçao financeira da pessoas e não seu tom de pele nem sua origem, pois levar em consideração a cor da pele da pessoa é pensar que só porque a pessoa não é branca ela não tem condição em entrar em uma universidade.