Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?

Enviada em 18/04/2021

A realidade vivenciada ultimamente, é o racismo e a descriminação social entre ricos e pobres. Os pobres não possuem muito dinheiro que possa pagar reforços e cursos, por isso nas faculdades, as cotas foram inseridas para justamente os menos favorecidos possuírem uma chance de entrar em uma universidade.

As cotas são uma política de inclusão social, e tem como objetivo dar oportunidades para diminuir a desigualdade social existente entre negros e brancos, assim, estudantes pretos, pardos ou indígenas de escolas públicas têm assegurado por lei carteiras nas universidades federais.

No Brasil, a maior parte da população pobre são negros, por conta do tempo da escravidão, infelizmente as pessoas praticam o racismo e descriminação com essas pessoas, por isso as cotas raciais devem continuar devido a estes problemas, pois todos somos iguais e merecemos ter as mesmas oportunidades.

Os ricos e pobres devem ser divididos na separação das vagas, pois se possuir uma alta renda familiar, terão melhores oportunidades. Se as cotas não existissem, as universidades seriam apenas para as pessoas ricas, e os pobres não conseguiriam ter essas mesmas oportunidades.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2004, cerca de 16,7% de alunos pardos e pretos encontravam-se em uma faculdade, porém em 2014 aumentou para 45,5%, onde os negros e pardos conseguiram ser mais favorecidos, graças a essas cotas.

Portanto, para melhorar ainda mais, deve-se criar institutos que expliquem melhor para as pessoas em relação das cotas raciais e sociais; ter mais vagas para os cotistas; e as escolas serem um espaço para a construção da educação, onde as pessoas possam melhor se expressar.