Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?

Enviada em 12/04/2021

Uma pesquisa do IBGE mostrou que, pela primeira vez, pessoas negras foram maioria mas universidades, principalmente públicas. No contexto atual, é uma grande vitória em uma população onde os que tem ensino superior são, na sua maioria, brancos. É evidente que o ensino superior é um requisito muito importante para os mercado de trabalho. Como diz a enfermeira e educadora norte americana, Claire Fagin, o conhecimento da a oportunidade de fazer a diferença, mas não só na vida pessoal mas também um grande impacto social. De maneira idêntica pensa o economista britânico, Sir Arthur Lewes, quando diz que a educação nunca foi despesa, mas sim investimento com retorno garantido. Evidentemente, eles não fazem separação quando é questão de educação. Em virtude das situações mencionadas, conseguimos entender a importância das cotas para pessoas com condições inferiores para ter uma inclusão social maior. Por tanto, o Ministério da Educação, MEC, juntamente com a mídia, grande influenciadora, concientizará a população, através de propagandas e documentários, da importância das cotas e quem tem direito. Com tais medidas, cotas serão mais vistas como forma de inclusão e todos saberão quem tem direito. Portanto, medidas são necessários para resolver o empasse. Cabe ao Super Ministério da Economia,Juntamente com Ministério da Educação (MEC), igualar os métodos de ensino das escolas privadas nas escolas públicas, por meio do direcionamento de parte do PIB, no qual será usado para capacitação de professores e melhoria na estrutura das escolas. Deve-se também incluir matérias obrigatórias que ensine sobre leis e direitos de estudantes, para que essa parcela possa ter conhecimento do que lhes é garantido por lei e finalmente possam usufruir do direito a cotas nas universidades do país.