Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?

Enviada em 16/04/2021

Historicamente a desigaldade com negros, pardos e indígenas é muito grande e tem sido muito impactante em toda a sociedade, não só brasileira como mundial causando muitos danos historicos.

E por esse motivo cresceu-se, ao longo dos anos uma desigualdade historica entre brancos, negros, pardos e indígenas, deixando distintas as condições para negros, pardos e indígenas, que por sua maioria serem de classes baixa ou média causam um certo nível de desigualdade pela diferença grande de ensino das escolas particulares e públicas.

E com a tentativa de tais desigualdades serem diminuidas, foi criada, em 29 de agosto de 2012, a lei de cotas para universidades brasileiras.

Com a chegada das cotas, os números de negros nas universidades aumentaram, em 2000 eram apenas 2,2% de negros, já em 2012, esse número aumentou para 9,3%, diminuindo gradativamente a desigualdade social e aumentando a reparação historica onde os negros sofriam por serem colocados em posições inferiores do que pessoas brancas, assim sendo submetidas a vidas de baixa renda.

As cotas também tornaram possível que pessoas, cujo não tinham acesso a internet, pois moram em lugares menos favorecidos, ou até por não terem condições financeiras de terem meios ao acesso a internet, consigam junto a suas dificuldades o acesso a universidades para uma melhor formação e possível mudança de vida social e financeira.

Assim como os indígenas, que tiveram suas terras tomas e cada vez mais estão em minoria na sociedade brasileira, isso se mostra muito presente com o numero de indígenas nas universidades, que é um número muitíssimo pequeno. Em 2010 contavam com 0,12% e em 2016 aumentou para 0,87% com o auxílio das cotas.

Um dos modos de como as cotas podem diminuir sua influecia seria com a melhora das escolas publicas, onde as pessoas com menos condições teriam um ensino bom e conseguiriam aprender mais facilmente, e com isso as cotas seriam usadas apenas por pessoas com muita necessidade.