Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 17/04/2021
Os seres humanos não são divididos em raça, a tendência de tratar o negro ( ou preto) como inferior ainda é grande, e possuem, na maioria das vezes, menores condições financeiras. A pobreza, em conjunto com a educação precária, dificulta o acesso dos negros, em sua grande maioria pobres, a terem acesso ao ensino superior. Isso só mostra que o sistema ainda é muito falho e que ele precisa urgente de melhorias.
Foi instalado o sistema de cotas nos processos seletivos para entradas em universidades, facilitando a entrada de alunos vindos de escolas públicas, negros e índios. Para muitos, estudantes que entram em universidades através das cotas só confirmam que são menos capazes que estudantes de ampla concorrência e que são totalmente dependentes das cotas. Porém, pesquisas realizadas por algumas universidades, afirmam que os alunos cotistas mostraram um maior desemprenho que os de ampla concorrência e a taxa de desistência total entre cotistas foram baixas.
O sistema de cotas é um meio de inclusão necessário, porque atualmente a maioria dos excluídos possuem baixas condições financeiras e não conseguem realizar seu ensino em uma escola de grande porte.
Para que não seja mais necessárias as cotas sociais, é preciso que tenha uma melhora no ensino, principalmente na base escolar, que haja melhoria nos programas sociais existentes, assim o estudante terá uma maior possibilidade de se dedicar aos estudos.
As cotas raciais é uma ação afirmativa que será necessária até a população racista aprender que negros e índios não são inferiores, além da inclusão de palestras e aulas sobre etnias nas escolas, para que as crianças aprendam sobre igualdade e , depois de adultas, terem novas posturas e incluírem os “inferiores” de forma natural e rápida na sociedade.