Cotas nas universidades: Inclusão ou retrocesso?
Enviada em 17/04/2021
Em 1963 James Meredith foi o primeiro negro a se formar na Universidade do Mississipi que só aceitava brancos. Sendo assim, as cotas são um retrocesso, pois mesmo com essas discriminações raciais as pessoas são capazes de entrar em universidades. Além disso, cotas só ajudam a gerar mais discriminações e desigualdades racial nas pessoas.
Primeiramente, as discriminações são originadas a partir do momento em que algumas classes recebem cotas e outras não, isso faz com que uma se sinta superior a outra, mas todas elas são capazes de entrarem em universidades. Do mesmo modo, na série Elite mostra a realidade de uma menina que sofreu discriminação, pois saiu de uma escola pública e foi transferida para o colégio Las Encinas que é o colégio mais exclusivo da Espanha, isso mostra o quanto as pessoas que são de um ensino mais “inferior” são discriminadas por conta de suas classes sociais.
Além disso, as cotas são consequência de uma desigualdade, pois o ensino público é falho e não se iguala ao ensino de um colégio privado. Visto que, através de estudos da Folha de São Paulo “com base no senso escolar de 2019 a cada 1 de 10 alunos nos colégios privados são negros e pardos” e de acordo com o site Todos Pela Educação “negros e pardos seguem na trajetória escolar com mais dificuldades”. Sendo assim, isso mostra o quanto o sistema de ensino é falho e ao invés de o governo colocar cotas, eles devem investir na educação.
Enfim, para resolver esse problema corretamente o Ministério da Educação deverá ser responsável por investir nas escolas públicas. Isso deverá ser feito por meio de verbas governamentais com o objetivo de melhorar a educação nas escolas públicas. Só assim criaremos um país com mais educação nas escolas.