Crise migratória no século XXI: o olhar brasileiro para o estrangeiro

Enviada em 19/04/2020

Crise migratória e seus desafios

A migração no Brasil é algo que só vem aumentando, o relatório anual do Alto Comissário das Nações Unidas para os refugiados (ACNUR) divulgou que o número de pessoas fugindo de seus países por conflitos, perseguições, atingiu a marca de 70,8 milhões em 2018.

Os refugiados são pessoas forçadas e obrigadas a sair do seu próprio país sendo por violência, pobreza ou guerra. A maior parte vem da Síria, cerca de 6,7 milhões de pessoas, porque o país vive uma guerra civil desde 2014. Quase metade dos refugiados são menores de 18 anos.

Esses refugiados acabam sofrendo muito, em busca de moradia e qualidade de vida. Além de serem vítimas de xenofobia. Muitos partidos têm discursos contra imigrantes, associando equivocadamente e de forma generalizada o imigrante ao terrorismo ou culpando-o pelo desemprego.

Nos EUA Donald Trump fez a construção de um muro na fronteira do Mexico, que segundo ele, ajudaria a conter a imigração clandestina.

A ideia da nação faz com que os indivíduos não se considerem iguais. Antes de qualquer nacionalidade, os refugiado é um ser humano. Essa ideologia impede que haja uma percepção de que é uma crise humanitária. A Italia pediu ajuda para a União Europeia que não foi atendida, porque, alegaram que isso iria incentivar a migração. Seria importante que houvesse uma mobilização mundial para amenizar esta crise.