Crise migratória no século XXI: o olhar brasileiro para o estrangeiro

Enviada em 23/04/2020

A Organização das Nações Unidas afirma que, depois da segunda guerra mundial, o mundo vive a mais intensa crise migratória já vista, devido a fatores diversos, tais como, perseguições, conflitos armados, fome, gerados pelos locais de origem.

A Declaração dos Direitos Universal dos Diretos Humanos, promulgada em 1948, garante a todos os imigrantes legais o direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal, todavia, na prática, isso está longe de acontecer, uma vez que os noticiários estão cheios de relatos dessa crise humanitária, pessoas vivendo em situação de miséria, vivendo à margem da sociedade, tratados, muitas vezes, como animais.

Segundo Bauman, os refugiados são a personificação de todos os medos dos homens, eles simbolizam tudo aquilo que se teme, a perda da casa, do trabalho, da dignidade.

Assim, percebe-se que o mal que assolou esse povo, pode, também, abater muitos outros. Assim, a falta de acolhimento e de grupos de debates para com os imigrados, faz com o problema cresça, já que os refugiados não têm com quem contar e precisam da benevolência alheia. Verifica-se, dessa forma, o crescimento da xenofobia.

Infere-se portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem à construção de um mundo melhor, o governo deve capacitar os brasileiros por meio de debates presencias ou online com a participação de profissionais, depoimentos e com ajuda de temas específicos para a solidarização, dessa forma, o Brasil poderá superar

a xenofobia.