Crise migratória no século XXI: o olhar brasileiro para o estrangeiro

Enviada em 23/04/2020

Imigração

O Brasil sendo o 32º país que mais recebe imigrantes no mundo, lida diariamente com crises de origem migratória, a maior parte de migração é de origem haitianos e venezuelanos de acordo com a OIM (Organização Internacional para a Migração), e estes são os que mais sofrem problemas de xenofobia no pais. O ano de 2010 marcou o início da imigração haitiana no Brasil, pelo intenso abalo sísmico ocorrido próximo á capital do país (Porto Príncipe). A cruz vermelha estima que cerca de 3 milhões de habitantes sofreram com as consequências dessa catástrofe. Após o desastre natural e as crises políticas e econômicas do país, motivaram-se milhares de haitianos a migrarem para outros países. Sendo o Brasil um dos principais destinos desse fluxo migratório, porém ao chegarem no Brasil, essa população se depara com racismo, xenofobia e sua única forma de se manter no país é aceitando o trabasão uma população que sofrem muito pelos brasileiros pelo crime do racismo e aproveitamento pelas formas de trabalho compulsórias por causa da falta de documentação. Até 2016, 67 mil autorizações de haitianos ilegais foram legalizadas, apesar de centenas de pessoas irregulares (que não buscaram sua forma de proteção). Constatado pela ACNUR há no Brasil 96 mil refugiados venezuelanos, motivados por crises econômicas e desastres naturais, sofrendo aqui extremos casos de xenofobia principalmente nas questões de trabalho, por outro lado o Brasil não serve só como refúgio, como também atrai milhares de imigrantes tanto para estudar como para novas oportunidades de emprego. O movimento migratório no Brasil deveria investir em políticas de proteção ao estrangeiro, criando um projeto publicitário com maior ênfase na divulgação dos direitos e deveres dos estrangeiros ao entrarem no país, enfatizando exposições e ações culturais para promover e conscientizar o combate contra a intolerância e a xenofobia. Além do governo ajudar na inserção dos migrantes na economia brasileira, também incluirá os próprios brasileiros. o ministério da educação pode implementar um conjunto de regras que se adepta à novas necessidade dos estudantes intercâmbistas.