Crise migratória no século XXI: o olhar brasileiro para o estrangeiro
Enviada em 05/01/2021
De acordo com a Constituição Federal (1988), o respeito ao migrante é fator decisivo para o respeito aos direitos humanos, atitude que deveria acontecer com espanhóis, haitianos e venezuelanos por parte da maioria da populção brasileira em 2020. Nessa pespectiva, no Brasil, o movimento migratório para o país no século XXI é uma ação que precisa ser avaliada, isso pode ser analisado tanto em questãoes econômicos, quanto sociais. Portanto, o que está em xeque nessa discussão é conviver com os diferentes e ajudar estrangeiros.
Destaca-se, de início, que o movimento migratório para o Brasil no século XXI indicia para análises econômicas dos brasileiro e deles. Prova disso, segundo o Instituto de Migração da USP, o qual faz relações de que estrangeiro sofre xenofobia e isso os faz não terem emprego, renda e nem sustento própio. Logo, não há dúvida que esse preconceito gera mazelas econômicas, tais como os migrantes viram mendigos, pedintes ou morrem de fome.
De maneira análoga, no que se refere á migração, outra causa que precisa ser avaliada é a questão social. Para ilustrar essa consequência, o sociólogo Roberto Matta relatou que no Brasil vivem cerca de 100 mil mograntes (principalmente índios venezuelanos), os quais vivem ilegal, em condições precárias de saúde e sem educação formal. Isso faz inferir qua a falta de políticas de integração desses estrangeiros são negativas para elevar o nome do Brasil a um país ‘‘amigo’’ dos mais necessitados em esfera internacional.
A partir desse silogismo de argumentos, é inegável que o movimento migratório para o Brasil no século XXI precisa ser repensado. Para mudar essa maneira de pensar e agir, é necessário que o Ministério Social e Migração elabore políticas públicas para acabar com problemas econômicos e sociais que migrantes vivem no Brasil, por meio de ajuda humanitária e apoio com emprego (Bolsa-Familia, acesso à saúde e estágio), cujo objetivo é dar dignidade à pessoa humana.