Crise migratória no século XXI: o olhar brasileiro para o estrangeiro

Enviada em 18/10/2021

No século XIX, a política do Imperialismo, devido a prática de expansão territorial, acarretou dificuldades em países pobres, refletindo em suas culturas políticas e economia. No contexto nacional atual, se assemelha, uma vez que a crise migratória demonstra-se como uma pauta ainda polêmica. Nesse contexto, torna-se evidente como causas as perseguições por organizações criminosas e crises econômicas.

É indubtável, nesse contexto, que a questão das perseguições por organizações criminosas é um grande responsável pela complexidade do problema. Segundo o Ministério da Justiça e Segurança Pública, cerca de 26 mil pessoas refugiadas foram conhecidos no Brasil em 2020, indivíduos que são perseguidos por questões de raça, religião, nacionalidade ou opinião política. Dessa maneira, Simone de Beauvoir disse: “É preciso erguer o povo à altura da cultura e não rebaixar a cultura ao nível do povo", demonstrando o valor social que a cultura tem para um país.

Outrossim, é notório, que a crise econômica ainda é um grande impasse para a resolução do problema. Nesse contexto, pode se citar o alto número de Venezuelanos que migram para outros estados em busca por oportunidades de emprego por medo da pobreza. Dessa forma, é incontrovertível que o sistema capitalista é um dos maiores culpados dessa situação, tendo em vista que a busca por lucros faz com que haja exploração do trabalho, intensificando as desigualdades sociais.

Sendo assim, é indiespensável a adoção de medidas capazes de diminuir o cenário atual, por conseguinte, cabe ao Ministério das Relações Exteriores (MRE), junto com a Polícia Federal (PF), empenhar-se na fiscalização das fronteiras do país, por meio de restrições temporarias da entrada, afim de que ampliem o controle e a segurança ampliando o fluxo migratório da população. Somente assim poderemos fazer diferente da sociedade Imperialista.