Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?

Enviada em 31/08/2019

A vacina surge no século XVIII, quando Edward Jenner se utiliza dela para impedir a contaminação da varíola, primeira doença erradicada pela vacina. O processo da vacinação consiste na introdução do agente causador da doença, ativo ou inativo, ou substâncias que esses agentes produzem, mas por que deve ser obrigatória?

Todas as pessoas estão sujeitas à contaminações, principalmente recém-nascidos e crianças, que possuem a imunidade mais baixa. No Brasil, a aplicação de algumas vacinas para recém-nascidos é obrigatória, como a vacina para BCG (tuberculose) e Hepatite B, entre outras. O propósito das vacinas é proteger o ser humano contra a contaminação de doenças já existentes, e são administradas em doses e de acordo com a idade e sexo do indivíduo. O Brasil é um país sem uma identidade definida pois existe uma grande mistura de povos. Somado à isso o fator de não sermos desenvolvidos e termos precariedades sociais, como higiene, a aplicação de vacinas vem a calhar.

Mas ainda existem pessoas que não concordam com a aplicação de vacinas, seja em crianças, principalmente, ou em adolescentes e adultos. O médico homeopata Mauro Carbonar diz que as vacinas enfraquecem o sistema imunológico da criança para com futuras doenças, e ainda fala sobre os efeitos colaterais da aplicação da imunização infantil: ele diz que a administração de muitas vacinas em recém-nascidos pode sobrecarregar seu sistema imunológico e ainda desenvolver doenças neurológicas e/ou degenerativas. Vale ressaltar que existem dois tipos de vacinação e que os efeitos colaterais não são frequentes na população.

Portanto, temos que a vacinação é um direito do cidadão, e cabe à justiça manter esse direito até que o cidadão seja apto para tomar suas próprias decisões quanto à vacinas. Nosso país é pobre, com problemas de saneamento básico e higiene, e as vacinas são administradas para evitar epidemias coletivas, mesmo que com efeitos colaterais em algumas pessoas. Ponderar o lado “menos pior” cabe ao indivíduo.