Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 29/10/2019
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é obrigatória a vacinação das crianças nos casos recomendados pela vigilância sanitária. Entretanto, a falta de transparência dos órgãos públicos de saúde com respeito aos efeitos colaterais causados pelas vacinas, causa certo temor em muitos pais, que acabam por decidir não vacinar seus filhos, fomentando assim, uma série de problemas sociais.
A tática da desinformação se aplica muito bem neste cenário, em 1998 com a difusão do artigo que dizia que a vacina tríplice tinha implicações diretas com o aumento no número de crianças autistas pelo Doutor Andrew, fez com que antes de se comprovado uma mentira essa “informação” ficasse impregnada na cabeça de muitos pais, que continuaram a espalhar essa mentira até que dita tantas vezes, tornou-se uma falsa verdade.
Todavia, essa mentira poderia ser facilmente combatida se os órgãos responsáveis por desenvolver e aplicar as vacinas, se preocupassem mais em difundir informações concisas e precisas com respeito ao que estão aplicando na população, principalmente nas crianças. Porém, a ausência dessa transparência, dá voz a grupos contrários as vacinas que de acordo com o site “O Globo” tem crescido de maneira desenfreada desde 2017 no Brasil com pelo menos 7 grupos na rede social Facebook que juntos totalizam mais de 500 mil pessoas que fazem campanhas para que a população não se vacine e nem vacine seus filhos.
Por tudo isso, fica evidente que o Ministério da Saúde tende a se mobilizar através de meios comunicativos, como televisão, rádio e principalmente redes sociais para propagar a verdade com respeito a cada vacina que é essencial para o bem estar humano. Um forte investimento em campanhas de marketing é necessário para que a população se conscientize e veja por si só, os prós e contras da vacinação, afim de que percebam que boatos mentirosos sobre a vacina pode gerar um mau estar social gigantesco e trazer a tona epidemias já erradicadas.