Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?

Enviada em 31/08/2019

Recentemente veio a tona casos de famílias que se negam a dar vacinas para seus filhos, com o argumento de que elas traziam muitos efeitos colaterais para eles, isso é verdade? As vacinas não possuem o único objetivo de evitar as doenças ao máximo? Como esse grupo de pessoas “antivacinas”, ganhou força? A vacinação ainda deve ser obrigatória?

Esses movimentos ganharam bastante força com a publicação de um artigo científico da revista Laucet, em 1998, no qual o médico Andrew Wakefield ligou o fato do aumento de crianças autistas com a vacina tríplice viral (protege contra sarampo, rubéola e caxumba). Porém, alguns anos mais tarde se descobriu que o médico recebia pagamentos de advogados para isso, tornando a matéria muito duvidosa. O problema foi que muitas pessoas levaram a sério o artigo, e com isso, aumentou o número de pessoas não vacinadas,  aumentando o número de pessoas com sarampo, mostrando que as vacinações são importantes sim.

A engenheira Pat Feldman disse que não ia mais vacinar seu filho, já que, de acordo com ela, as vacinas tem muitos efeitos colaterais dos quais não são divulgados, o que aparentemente é verdade, já que em 1999 a vacina Rotashield foi suspensa, por suspeita de causar um tipo de obstrução intestinal, mostrando que elas podem sim conter efeitos colaterais, que podem ser evitados com a evolução das vacinas, como por exemplo a vacina que substituiu a Rotashield, que de acordo com Migowski, tem uma segurança incomparável a da última.

Podemos concluir que é compreensível algumas pessoas pararem de vacinar seus filhos, já que existe a possibilidade deles serem afetados de modo negativo pelas vacinas, porém esses efeitos estão sendo evitados pelos especialistas encarregados de melhorar, e inovar as técnicas usadas para evitar as doenças como o sarampo, então as vacinas devem ser obrigatórias, já que a previnem a pessoa de desenvolver doenças letais dependendo do caso.