Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 22/10/2019
A vacinação tem sido tema frequente na sociedade desde 1904, quando, no Rio de Janeiro, ocorreu a revolta da vacina, devido à obrigatoriedade que o governo impôs à toda população na tentativa de diminuir os casos de varíola. No entanto, mais de 100 anos se passaram e ainda há movimentos antivacina no país, fato esse que tem feito com que doenças já praticamente erradicadas ou já erradicadas voltassem a circular pelo território brasileiro, o que causa muitas mortes e cria um problema de saúde pública gravíssimo, provando, desta forma, a necessidade da obrigação da vacinação na população.
Em primeiro lugar, o Brasil, que tinha se livrado da infecção de sarampo desde 2016, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), já registrou 995 casos desde o dia 1º de janeiro até 23 de maio. Nesse mesmo período, o número de vacinação diminuiu, segundo dados divulgados pela pasta da Saúde, o país atingiu o menor nível de cobertura vacinal dos últimos 16 anos, em se tratando de bebês com menos de um ano. Assim, com a volta da doença, diversas pessoas correm o risco de morrer, além das inúmeras consequências, como, febre, tosse e conjuntivite, o que coloca o brasileiro em risco. Nesse contexto, é de máxima importância que todos se vacinem para que, desta maneira, diminua os casos de doenças, além de proteger o próximo. Ademais, segundo a integrante do Ministério da Saúde, Carla Domingues, o ato de se vacinar não é um ato apenas para cuidar de si mesmo, mas também do próximo. Logo, é nítido a importância da vacinação para uma sociedade mais saudável, pois somente assim pode-se erradicar as doenças e proteger a todos.
Portanto, com o aumento de número de casos de doenças infecciosas, é de extrema urgência que o Governo, junto ao Ministério da Saúde, tome providências o quanto antes, como, a obrigação da vacinação, caso contrário, uma multa poderia ser aplicada a quem deixasse de se vacinar. Além disso, outra medida cabível por parte do Ministério da Educação seria palestras e aulas nas escolas, dadas por professores de biologia, médicos ou outros profissionais da saúde, mostrando às crianças e aos adolescentes a importância da vacinação, pois somente, deste modo, poderá haver uma diminuição de pessoas antivacina.