Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 06/04/2020
De acordo com a Constituição Federal de 1988, “Saúde é um direito de todos e dever do estado”. Dessa maneira, mesmo após avanços governamentais como a criação do Sistema Único de Saúde, popularmente conhecido como SUS, há um deficit no contexto brasileiro capaz de expandir polêmicas contra a vacinação. Dessa forma, urgem medidas para resolver o impasse, que não só é uma maneira para novas doenças, como também contribui para o sucateamento do programa de saúde.
Em primeiro plano, a questão sobre a vacinação não é um problema atual. Assim, no contexto histórico, houveram alguns movimentos como a “Revolta da vacina” decorrido no RJ, onde muitas pessoas acreditavam que a vacina era um procedimento maléfico para a saúde. Na atualidade, os “Fakes news” - informações enganosas postadas nas redes sociais - agem da mesma forma, porém alcançando um número ainda maior de indivíduos que, devido ao amplo acesso e na ausência da imunização, estão suscetíveis a contrair novas doenças.
Cabe ainda ressaltar, que a vacinação é uma principal forma de prevenção. Logo, apesar do SUS ser um programa gratuito que oferece atendimento para toda população, enfrenta problemas na gestão. Então, o surgimento de doenças devido a falta da vacinação é um problema que afetaria diretamente a questão da saúde pelo fato dos custos da cura serem maiores do que o da prevenção.
Portanto, para que a vacinação possa ser uma realidade na sociedade brasileira, é necessário que o Governo - de acordo com a Constituição Federal de 1988, responsável em garantir os direitos de todos os cidadãos - em parceria com o Ministério da Saúde, invistam por meio de verbas, em campanhas e projetos educacionais que visem informar e ensinar a respeito da importância da vacina. Nesse sentido, com o intuito de não apenas diminuir os gastos do SUS, como também alertar a população sobre as consequências causadas sobre a falta da imunização.