Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?

Enviada em 20/06/2020

Vacinar ou não os filhos ainda é uma decisão controversa entre os pais. Desde o seu surgimento há um misto de receio e desconfiança sobre a eficácia da vacina. Desconfiança essa que reflete negativamente na saúde pública, principalmente na camada mais pobre da sociedade. Em primeira análise, é válido salientar como a falta de informação interfere na escolha dos pais vacinarem seus filhos. Uma vez que a decisão de optar pela não vacinação é pautado do medo de possíveis efeitos colaterais e interesses comerciais da indústria farmacêutica. Além disso, a vacinação em larga escala tem um impacto positivo na saúde da população como um todo, pois interrompe a disseminação de doenças altamente contagiosas, como o sarampo e a catapora. Ademais, campanhas de imunização através de vacinas fazem parte da medicina preventiva, tendo como consequência a diminuição de gastos com o tratamento de doenças que podem ser evitadas. Vê-se, então, que a escassez de informações afeta significativamente a mentalidade da população em relação à vacinação. Portando, o Governo Federal, em conjunto com o Ministério da Educação (MEC), deve, promover projetos de conscientização que forneçam informações a respeito da composição e confiabilidade das vacinas a fim de diminuir o medo e desconfiança em relação a mesma. Fazendo com que assim campanhas de imunização sejam efetivas e evite sobrecargas do sistema de saúde com doenças que podem ser evitadas.