Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?

Enviada em 24/12/2020

A Constituição de 1988 prevê a todo cidadão o direito à saúde. No Brasil, entretanto, a falta de mobilização do Estado tem permitido a diminuição do número de pessoas vacinadas no país, o que representa um risco aos cidadãos. Nesse sentido, dentre as principais causas e consequências para esse infotúnio problema destacam-se as informações falsas sobre a imunização e o surgimento de doenças já erradicadas do país.

Inicialmente, cabe apontar as ideias equivocadas a respeito da vacinação como intensificadora do entrave. De acordo com uma pesquisa feita pelo portal Saude.abril, 3 a cada 10 brasileiros deixam de se vacinar por causa de notícias falsas. Lê-se, portanto, como nociva à saúde social as informações errôneas referente à vacina, pois além dessa levar a pessoa à não adiquirir a imunização,  impede o efetivo combate contra as doenças atuais.

Ademais, o impasse resulta em ressurgimento de patologias já eliminadas. Segundo a Organização Pan-americana da Saúde -OPAS, no Brasil há cerca de 26 mil casos confirmados de poliomielite e 17 mil de rubéola, doenças essas que outrora receberam o certificado de eliminação. Infere-se, com isso, que a não vacinação é um ato altamente perigoso, haja vista que propicia o reaparecimento de doenças que podem levar a óbito.. Desse modo, é necessário atenuar esse quadro.