Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 05/01/2021
De acordo com o artigo sexto da Constituição Federal de 1988, todos tem direito à saúde. No entanto, este dispositivo não está sendo cumprido em sua totalidade, haja vista os problemas relacionados à obrigatoriedade da vacinação no Brasil. Neste sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a disseminação de notícias falsas sobre os efeitos colaterais das vacinas, bem como o aparecimento de muitos casos de doenças para as quais já existem vacinas. Por isso, medidas são necessárias para mitigar tal problemática.
De início, é indubitável que as vacinas não passam plena confiança, a respeito de seus resultados negativos nas pessoas. Nesta perspectiva, segundo dados divulgados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), uma aplicação pode causar efeitos adversos mais fortes ou mais amenos, devido à heterogenidade genética dos indivíduos, como febre, dor de cabeça e dor no corpo. O problema é qu há muita divulgação de notícias falsas a respeito das vacinas. Em outras palavras, as farmacêuticas afirmam que os imunizantes não causam danos permanentes, uma vez que são executadas várias etapas de testes laboratoriais e em grupos de voluntários para esta constatação. Consequentemente, as notícias sem fundamento acabam por influenciar pessoas que deixam de se vacinar, contribuindo para a existência de um grupo vulnerável às doenças.
Além disso, é inegável que muitas doenças que poderiam ser evitadas por meio da vacinação tem se manifestado atualmente. Conforme dados divulgados pela Organização Mundial de Saúde (OMS), há o retorno de doentes portadores de sarampo cada vez mais relevante no mundo, o que inclui o Brasil, principalmente pelo crescimento de casos de sarampo, sendo que em 2016 a organização constatou ter sido erradicado no país. Isso significa que as campanhas de vacinação não tem sido eficazes, já que muitas crianças não estão imunes ao vírus do sarampo. Como desdobramento, tem-se o retorno de doenças e o comprometimento da saúde pública.
Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, como maior interessado na promoção da saúde pública brasileira, aumentar o investimento no setor de pesquisas e de divulgações relacionadas a vacinas por meio de um perfil informativo criado em mídias sociais, como o Instagram, de forma a orientar o maior número de usuários possível, com o fito de tornar pública a informação oficial a respeito de dados pesquisados.
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