Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 12/01/2021
No cenário atual pelo qual estamos passando - pandemia mundial causada pelo conoravírus - é comum vir à tona debates e discussões a respeito das vacinas e dos movimentos antivacinas. Mas esses debates não são de hoje, e vem marcando pontos importantes na história da humanidade à respeito de saúde pública.
Com a democratização da internet e dos meios de comunicação - redes sociais tais como Facebook, instagram, etc… - a disseminação de notícias falsas (fake news) envolvendo as vacinas e os efeitos colaterais causados por esta, tem causado pânico na população, aumentando ainda mais o movimento antivacina. O atual presidente do Brasil mencionou em um discurso público, que ao tomar a vacina do coronavírus, a população corre o risco de se “transformar” em jacaré.
Tamanho é o problema com as fake news, que a população que tem acesso restrito a informação acredita nas informações que chegam até ela por meio das redes sociais, e deixam de vacinar seus filhos, o que faz com que doenças dadas como erradicadas no país na década passada voltem a aparecer nas estatísticas - como o caso do sarampo e da meningite.
Uma forma de minimizar esse impacto causado por esses movimentos, é combatê-lo da mesma forma como ele ganhou força: através das redes sociais. É possível por meio de uma campanha publicitária informar os cidadãos a respeito da importância da vacina, mostrar de forma didática o impacto da vacinação em massa e explicar a responsabilidade do cidadão para o coletivo, apontando a vacina como questão de saúde pública, e não individual.
É necessário que os representantes do país se coloquem a frente dessa disputa contra o movimento antivacina, para que o Brasil consiga ser o exemplo que sempre foi contra a erradicação de doenças graças à eficiência do Sistema de Saúde Público em vacinar a população.