Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 13/01/2021
Há um número significativo de doenças virais foram erradicadas ou extremamente controladas, como a varíola e a poliomielite. Tal fato se deve às intensas campanhas de vacinação que ocorreram no Brasil no século passado. Contudo, mesmo com esse expressivo resultado, ainda há uma severa resistência por parte de muitos indivíduos para se vacinarem. Essa ação pode influenciar negativamente na saúde pública do país, além de colocar em risco o povo brasileiro.
É importante ressaltar que um povo só está devidamente imune se uma determinada porcentagem da população estiver vacinada. O valor varia de acordo com a medicação, mas é fundamental que a chamada imunização de rebanho ocorra para que os indivíduos que não podem tomar a vacina (por razões de idade ou de saúde) também estejam seguros. Logo, tal prevenção é uma parte necessária da saúde pública.
Dessa forma, é de imensa irresponsabilidade por parte do governo deixar a escolha de se vacinar ou não nas mãos do povo. Uma única pessoa que opte por não se imunizar pode gerar um caos e colocar em a vida de outros indivíduos mais vulneráveis em risco. Um exemplo disso ocorreu no Rio de Janeiro, quando uma criança não vacinada contraiu sarampo e contagiou outros 7 bebês. Ou seja, decisão de uma única pessoa, afetou a vida de outras famílias inteiras.
Portanto, ficam evidentes os riscos que pessoas não imunizadas podem apresentar à população, principalmente quando a facilidade e o benefício da vacinação são tão grandes. Então, se faz necessária a criação, por parte do governo federal, de duas leis: a primeira, que seja favorável á vacinação obrigatória e, a segunda, que proíba os estabelecimentos comerciais – lojas, restaurantes, bares, cinemas e academias – de receber clientes não imunizados. Assim, é possível afirmar que a maioria dos indivíduos irá buscar a imunização, além de garantir a manutenção da saúde pública e atingir a imunização de rebanho.