Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?

Enviada em 14/01/2021

Com o surgimento da vacina, adquiriu-se uma maneira eficaz de prevenção, evitando que as doenças contaminem a população e causem perdas. Porém, nos últimos anos houve o crescimento do movimento de resistência à vacinação, motivados pela desinformação científica. Logo, há na sociedade mais indivíduos suscetíveis a problemas anteriormente erradicados. Assim, a vacina deve ser obrigatória, já que as motivações contrárias à vacinação se baseiam em teorias conspiratórias, além da propensão a novas epidemias.

Por analogia, a história da Revolta da Vacina evidencia que a ausência de diálogos e explicações sobre as medidas sanitárias acarretam na comunidade o medo das vacinas. Dessa forma, existe a abertura para debates a cerca de pensamentos conspiratórios, que ignorando as recomendações médicas disseminam pelas redes de internet as “fake news”, manipulando as ideias dos usuários e conseguindo mais adeptos que estarão vulneráveis as enfermidades.

Segundo a OMS, Organização Mundial da Saúde, afirma: “A resistência à vacinação é uma das dez maiores ameaças à saúde global em 2019, visto que os números de casos de sarampo aumentaram 300% no mundo”. Portanto, os cidadãos não vacinados contribuem para uma fragilidade da saúde nacional e mundial, sendo que os avanços na área médica são regredidos pelas condutas individualistas dos possíveis maiores beneficiados das ações de imunização.

Em síntese, é perceptível que esse dilema necessita de amparos e soluções. Então, o Ministério da Saúde, órgão competente, deve por meio da elaboração de campanhas promover a conscientização e informação dos benefícios e resultados das vacinas, programas esses divulgados por formatos midiáticos. Além disso, pode subsidiar pesquisas clínicas para o desenvolvimento de novas medidas preventivas, com intuito de assegurar a saúde no Brasil.