Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 16/01/2021
Os movimentos antivacina estão cada vez tomando maiores proporções, na maioria das vezes eles são alimentados por informações superficiais na internet e até mesmo boatos sem validação científica, que geram medo e desconfiança sobre pais e familiares que acabam não vacinando suas crianças pelo temor de que tais vacinas estejam diretamente relacionadas com o desenvolvimento de outras doenças ou debilidades.
Haja vista que o intuito de uma vacina é a imunização do maior número possível de pessoas de uma determinada região, uma resistência contra já pode ser capaz de fazer com que todo o trabalho e pesquisa em torno desta tenha sido em vão, uma vez que aquelas pessoas que escolheram não se vacinar podem ser hospedeiras para que o vírus desta vacina se desenvolva ainda mais, evoluindo e gerando mutações, o que acabaria contaminando novamente aqueles que se vacinaram e assim, demandando de uma nova pesquisa para esta mutação.
Portanto, estes antivacinas acabam enxergando apenas a questão interna e não a externa, sendo assim um movimento que acaba atrasando a problemática da saúde pública e colocando não somente a vida de sua família em risco como também as da sociedade.
Sendo assim, ondas de movimentos antivacina devem ser cuidadosamente analisadas e levadas a sério, de modo que pesquisas e artigos científicos acerca da relação entre vacinas e efeitos colaterais sejam encorajados a serem levados ao povo numa linguagem leiga para que a comunidade científica possa educar e dialogar com este público. Assim como seja o caso de sim, existir alguma relação entre estes dois fatores em casos específicos, que tais possibilidades sejam estudadas e que seus resultados também sejam informados ao movimento, através de palestras e debates nas escolas entre pais, responsáveis e professores.