Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 22/05/2021
O início do século XX ficou marcado pela Revolta da vacina, onde o governo, afim de acabar com a epidemia de varíola, obrigava de forma agressiva a população a tomar a vacina. Com isso, muitos ativistas até hoje são antivacinas e isso causa o problema de muitas doenças não serem extintas da sociedade e casos de índices altos de mortes por doenças que já existem vacina.
Os antivacinas, geralmente são pais que criaram uma campanha anti-vacinação onde propagam por meio da internet os efeitos colaterais causados por vacinas específicas, como as que são obrigatórias para recém-nascidos. Isso torna com que algumas informações até mesmo falsas chegam a outras pessoas e gera medo na hora de se vacinar. Muitas doenças como caxumba, tuberculose, poliomielite, entre outras poderiam já estar extintas se toda sociedade tivesse se vacinado.
Os riscos ligados à abstenção de vacinas são de extrema gravidade, muitas vacinas salvam vidas e quando uma grande parte da população não se vacina ocorre um enorme índice de mortes. Algumas pessoas possuem uma sensibilidade maior à vacinação, isso pode gerar alguns efeitos colaterais no local, no entanto, este evento pode ocorrer apenas numa pequena parcela da população. As vacinas salvam vidas, e a falta de informação pode causar mortes, as campanhas e a imunização só se tornam eficazes se houver estudo e muitas informações verídicas sobre as imunizações.
Diante dos fatos mencionados, pode-se observar que a obrigatoriedade não é a melhor opção para fazer a população se vacinar. Portanto, cabe ao Governo Federal em parceria com publicitários estruturarem mídias que utilizem dados reais da efetividade da vacina e as escolas promoverem palestras e estudos sobre a importância da vacinação e os benefícios que ela trás, com isso, muitos que são antivacina vão adquirir mais conhecimento sobre o assunto e vão se vacinar e os casos de mortes por doenças como rubéola, hepatite A, HPV e entre outras iriam diminuir.