Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?
Enviada em 14/07/2022
Sabe-se que a partir de 1830, a vacina contra a varíola tornou-se obrigatória. Mas, não era isso que acontecia, pois havia déficit na fabricação de vacinas. No entanto, diante do contexto contemporâneo, as vacinas são os produtos mais fabricados, graças aos seus benefícios. Nesse sentido, a obrigatoriedade de vacinas proporciona a garantia de saúde pública, consequentemente, assegurando a qualidade de vida, e trazendo a sensação de responsabilidade coletiva.
Nesse viés, vacinar-se é uma forma de garantir o bem-estar ao longo dos anos. Nesse ínterim, a Organização Mundial da Saúde (OMS), publicou uma pesquisa informando uma estimativa no aumento de trinta anos na expectativa de vida, nos últimos dois séculos. Ao analisar esse dado e relacioná-lo com a realidade brasileira, percebe-se a necessidade de exigir a imunização da população em prol da saúde pessoal e coletiva.
Outrossim, as vacinas oferecem a responsabilidade social perante a outrem. Desse modo, segundo a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, a liberdade consiste em tudo aquilo que não prejudique ao próximo, isto é, apesar da liberdade ser um direito, ser livre não significa ser completamente alheio às responsabilidades dos atos diante a um conceito de liberdade. Por conseguinte, torna-se imprescindível que a coletividade social busque a participação consciente para a construção de um país justo e humanizado, se imunizando.
Logo, a vacinação apresenta-se como uma maneira propícia e favorável para a sociedade. Portanto, cabe ao Governo Federal, imunizar toda a população, por meio da criação de uma lei, com o objetivo de oferecer uma qualidade de vida a longo prazo, assim, sendo capaz de reduzir mortes e erradicar doenças, como a varíola, que foi erradicada em virtude da vacinação em massa, por mérito da comunidade científica.