Cuidado com a saúde: A vacinação deve ser obrigatória?

Enviada em 10/11/2022

O mundo já passou por diversas epidemias globais ou locais como a peste bulbônica, a gripe espanhola, a ebola e o corona vírus. Essas doenças são causadas por vírus e uma maneira de contê-las é a produção de vacinas que atuam imunizando o corpo humano. Por essa razão, é essencial que a vacinação seja obrigatória para alguns desses infectantes.

Apesar da polêmica que gira em torno da segurança das vacinas, o que se pode afirmar com certeza é que os laboratórios efetuam diversas pesquisas antes de colocá-las no mercado. O que acontece é que, infelizmente, mesmo com todo protocolo de testes alguns efeitos colaterais ainda ocorrem em certos casos. No entanto, não é algo frequente e normalmente acontece em pessoas que têm pré-disposição, como doenças que causem incompatibilidade com componentes da vacina.

É imprescindível apontar como a vacinação em massa foi capaz de manter sobre controle diversas doenças viróticas no Brasil. É o caso, por exemplo, da varíola, do sarampo e da febre amarela, havendo recomendação inclusive para extrangeiros se vacinarem contra doenças desse tipo ao virem para o país. Em contraponto o movimento anti-vacina, que está crescendo nos últimos anos, trás dificuldade à contenção dos vírus e tem feito crescer o número de casos de contaminação depois de anos de estabilidade.

Dessa maneira, tendo em vista as vantagens e adversidades das vacinas, faz-se necessária a conscientização da população sobre o funcionamento e importância das mesmas. Através de campanhas publicitárias o Ministério da Saúde deve advertir a respeito das consequências que não se vacinar trás ao país, como a volta de doenças contagiosas e explicar como são desenvolvidas e como são confiáveis. É importante também informar sobre a necessidade de consultar um médico e fazer exames para determinar qualquer incompatibilidade do corpo com componentes da vacina, para que casos de efeitos colaterais mais graves sejam evitados. Os especialistas - médicos e cientistas - devem determinar quais delas devem ser obrigatórias, sendo que a liberdade individual não deve sobressair à saúde pública que é um bem pessoal e coletivo.