Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea

Enviada em 10/11/2020

Na Bíblia, em Tiago 2:8 diz: “Se vocês de fato obedecerem à lei do Reino encontrada na Escritura que: “Ame o seu próximo como a si mesmo”, estarão agindo corretamente.”. Nesse viés, na cultura do cancelamento, as pessoas são vítimas de discursos de ódio por terem visões diferentes ou por fazerem algo de errado, a qual este erro é exposto, assim instaurando uma postura de desrespeitar social, ou seja, onde é infringido o direito de escolha. Desse modo, a inclinação à violência e a má influência midiática são base para essa problemática.

Em primeiro lugar, a propensão à violência é um fator próprio da natureza humana. Consoante aos pensamentos do apóstolo de Cristo Jesus, Paulo, nossa natureza é humano, ou seja, somos falhos e erramos mesmo quando não queremos, e não percebendo, assim também, mostrando que em situações violentas a quais são chamadas de “desumanas” está errado, pois, na verdade, desumano é tudo aquilo que é contrário para com a nossa natureza, ou seja, amar verdadeiramente, pois o ser humano quer amar, mas não sabe. Como exemplo de algo que praticamos todos os dias, temos o caso da mulher adúltera, que é citado na Bíblia, a qual querem matá-la por apedrejamento, mostrando quem é o ser humano. É claro, que a falta de compaixão no coração do ser humano é uma das bases para a cultura do cancelamento.

Em segundo lugar, outro ponto que, nessa temática se torna relevante, é a má influência midiática. Conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser um instrumento de democracia, que é a mídia, não deve ser convertido em mecanismo de opressão, sendo atitudes que oprimem ao invés de civilizar, demonstrando um desprovimento de compaixão, pois pelo nosso orgulho egoísta se tem a cegueira, a qual transcende o indivíduo, se exibindo, assim, o fazendo descordar e cancelar, e por estes, trazendo consigo o desrespeito. O desrespeito é um dos frutos maus que vem pela semeadura do orgulho, sendo assim, o indivíduo, é alguém tropeçando em um lugar escuro sem saber no que tropeçou, fazendo com que este seja uma má influência. Em síntese, é claro, que a má persuasão midiática é outra para para a problema da cultura do cancelamento.

Portanto, em virtude do que foi citado,  é de suma importância que o Ministério da Educação unidos das instituições educacionais, proponha debates com seus alunos para alertar as consequências, que são somente negativas, geradas pela cultura cancelamento. Ademais, o poder Executivo deve espalhar o ensino de influências positivas por meio da criação de campanhas expositivas, pois, certamente, o potencial humano está voltado para as coisas más, sendo e havendo atitudes boas porque algum dia alguém conheceu a Luz e quis vir para ela.