Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 14/11/2020
Cultura do cancelamento é um termo que surgiu de um movimento chamado Eu também em 2017, no qual vítimas de assédio e abuso sexual se mobilizaram durante anos para expor imbróglios e ganharam cada vez mais atenção nas redes sociais e reputação. O cancelamento refere-se ao boicote a uma pessoa ou empresa devido a comportamento incorreto ou discriminatório (como discriminação e preconceito de gênero). No entanto, apesar do início altruísta dessa abordagem, ela ainda pode adotar faces insensíveis e intolerantes.
Em primeiro plano, podemos destacar que a principal razão pela qual os cancelamentos se popularizaram é que os costumes antigos foram se desconstruindo ao longo dos longos e penosos anos, fazendo com que o racismo, a masculinidade e a homofobia se tornassem cada vez mais populares e mais intolerável. Porém, por este motivo, o mundo atual, principalmente a Internet, busca um ambiente cada vez mais perfeito e qualquer erro pode levar ao seu cancelamento, por isso a cultura do cancelamento se torna cada vez mais comum.
Nesse caso, o exemplo mais recente de cancelamento cultural em um ambiente virtual que pode ser citado é a influenciadora digital impactada Gabriela Pugliese que deu uma festa em sua residência nesses meses de isolamento após ser diagnosticada com COVID-19 durante a epidemia e isolamento social familiar. A anfitriã foi imediatamente cancelada e, portanto, algumas parcerias foram perdidas. Apesar de pedir desculpas e admitir o erro, o cancelamento ainda existe e está perto do linchamento virtual.
Além disso, são notórios os ferimentos causados às pessoas demitidas, como ansiedade, depressão, isolamento social e desemprego, que podem ser agravados por comportamentos violentos, como lapidação e polimento. Esses danos podem ser óbvios na série ControlZ da Netflix. Os hackers vazaram informações pessoais de estudantes, fazendo com que muitas pessoas fossem sinalizadas como racistas e homofobias, e fazendo com que fossem canceladas, frustrando-as e isolando-as. Portanto, cancelar as ações de alguém por motivos reais ou triviais pode acabar com sua vida.
Portanto, pode-se concluir que a abolição da cultura tem um impacto direto e irreversível, levando à intolerância e à falta de compaixão, impossibilitando o réu de se defender. Portanto, medidas devem ser tomadas para resolver o infortúnio. Portanto, o governo federal, como órgão máximo da administração, deve promover os desdobramentos dessa cultura por meio de campanhas de conscientização e de fundos sindicais, de forma a agir contra a população a fim de cancelar o diálogo e diminuir a hostilidade no ambiente virtual.