Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 30/01/2021
No livro 1984 o qual cita a cultura do cancelamento de maneira sútil, apagavam-se os indivíduos que pensavam diferente sobre o regime vigente, meio de sequestro e total anulação de dados do indivíduo. Em 2020 presenciamos claramente essa cultura nas redes sociais e na deturpação de dados pelo cancelado.
De início, tem- se a noção que a sociedade e os fatos sociais possuem papeís importantes na formação do comportamento do indivíduo, afirmou sociologo Emile Durkhein. Em virtude disso o maior meio de interação social se deu nas redes sociais, sendo assim a cultura do cancelamento apresenta uma forte presença; o cancelamento virtual remete uma sensação de não pertencimento e de certo levando até um possível suicídio do indivíduo. A falta de atitude do governo perante o cancelamento virtual acarretará em consequências gravíssimas.
Em vista disso, cria-se uma deturpação dos dados, muitas vezes realizando pelo cancelado; Esse ato é corriqueiro entre líderes, como por exemplo: Ex- Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. No ano de 2019, por meio do Twitter emergiu à hastag com a finalidade de remover Donal Trump do poder, entretanto o mesmo por meio de hastag colocou o assunto: " vídeo games geram violência", o assunto causou polêmica em todo o mundo fazendo assim que seu impeachment fosse esquecido. Portanto reforçando, como uma simples manobra de um líder pode mudar o comando de toda uma nação.
Portanto, partindo do pressuposto da cultura do cancelamento pode levar o indivíduo ao não pertencimento e que a deturpação de dados só reforça a dupla face das redes sociais, medidas deve ser implementada. O governo deve averiguar e orientar em veículos de informação, assim garantindo a conscientização o que o cancelamento acarreta. Meios de dados verídicos dos sintomas que os cancelados apresentam intensificaria a conscientização. Somente assim poderemos diminuir o cancelamento e incentivar a importância da empatia virtual.