Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 17/03/2021
Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à liberdade de pensamento e expressão e ao bem-estar social. Conquanto, a cultura do cancelamento esta presente nos dias atuais impossibilitando que essa parcela da população desfrute desse direito universal na prática. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeira análise, é imperioso analisar a ausência de medidas governamentais para combater o ato do cancelamento. De acordo com o artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e direitos, porém esse preceito não é concretizado na sociedade, uma vez que o Estado não cria medidas públicas voltadas para que a liberdade de expressão ocorra de forma livre e, como consequência dessa negligência alguns famosos foram “cancelados” nas redes sociais por exporem suas opniões sobre determinados assuntos. Desta forma, fica claro que as autoridades, com urgência, precisam mudar o seu posicionamento diante do impasse.
Outrossim, é crucial explorar o efeito da pandemia do SARS-CoV como outro agente influenciador do revés. De acordo com a youtuber Dora Figueredo “A gente tem que cancelar atitudes, não pessoas.” Diante do pressuposto, percebe-se que com a pandemia o discurso de ódio vem se tornando cada vez mais natural pelo fato de que as pessoas tem usado a internet como forma de se conectar com o mundo.Destante, tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a pandemia contribuí para a perpetuação desse cenário caótico.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira. Dessarte, com o intuito de mitigar a cultura do cancelamente, necessita-se, urgentemente, que o Tribunal de Contas da União direcione capital que, por intermédio do Tribunal da Internet, será revestido em anúncios e folders, através de informações visando a erradicação do discurso de ódio, adotando medidas extremas para quem infringir o direito do outro. Desse modo, atenuar-se-á, em médio e longo prazo, o impacto nocivo da cultura do cancelamento, e a coletividade alcançará a integridade social.