Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 02/04/2021
Surgido em há alguns anos, a cultura do cancelamento é uma forma de promover mudanças e amplificar a voz de grupos oprimidos. Esse fenômeno começou a ganhar mais força em 2017, quando houve o movimento #MeToo, que denunciava assédio sexual e o abuso de homens conhecidos contra mulheres. No entanto, a imprudência no âmbito jurídico e a falta de empatia geram grandes consequências na vida da pessoa cancelada.
Nesse contexto, á medida que coloca em risco a integridade moral e a dignidade da vítima de discurso de ódio. A cultura do cancelamento é um ataque à reputação que ameaça o emprego e os meios de subsistência atuais e futuros da pessoa cancelada. Na teoria chamada “Psicologia Individual”, o psiquiatra Alfred Adler mostra que os seres humanos são egoístas, principalmente quando se fala de interesse social.
Pensando nisso, pode-se notar nitidamente os danos gerados na vida do cancelado, por exemplo perda de emprego, isolamento social e causar doenças como ansiedade, depressão e outras. A demissão do jornalista Willam Waack é um exemplo, que foi demitido das Rede Globo após ter vazada vídeos seus no qual ele fazia comentários racistas e teve sua contratação recentemente anunciada por uma nova emissora.
Entretanto, fica notório a necessidade de medidas venham abranger esse fenômeno. Portanto, fica um dever ao governo criar uma lei que proíba e até mesmo puna esse tipo de ato nas redes sociais, e as mesmas tomem medidas de segurança expulsando ou punindo o usuário que fizer esse tipo de ação. Somente assim poderemos acabar com esse movimento que só traz danos ao índividuo cancelado, e compreender que a internet é uma plataforma de diversão e trabalho, e não um lugar de insultos e descriminações.