Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea

Enviada em 02/05/2021

A cultura do cancelamento começou há alguns anos nos Estados Unidos, e se tornou frequente no Brasil. Essa cultura de cancelamento tem como finalidade de punir seu cancelado, por algo de grave que ele possa ter cometido, ou as vezes nem tão grave assim. Os príncipais alvos dessa dessa atitude são os artistas, blogueiros, digital influencers e youtubers, visto que eles expõem suas atitudes e opniões em redes sociais. Entretanto,  essas atitudes nos trazem dois grandes problemas: A depressão e o suicídio.

Diante desse contexto, é notavél os prejuízos que essas atitudes trazem a sociedade e aos usuários das redes sociais, visto que esses canceladores procuram qualquer notícia, até mesmo falsa, para prejudicar usuários de redes sociais, principalmente como Twitter e Instagram. Essas vítimas de cancelamento, muitas vezes se calam diante do ocorrido, por medo de críticas e de julgamentos de outros usuários e  de seus próprios seguidores, ocassionando perdas de seguidores, perdas de contratos publicitários, e assim, muitas vezes, esse alvo acaba perdendo até o seu direito de esclarecer o acontecido, levando a uma depressão pela dura rejeição que sofre.

Desse modo, enfrentamos outro problema que se agrava com o aumento dos “haters”, o suicídio. Em 2019, a blogueira e digital influencer, Alinne Araújo, comenteu suicídio aos 24 anos, após duras mensagens de reprovação e ódio contra seus atos na internet. Essa perseguição ameaça a liberdade de expressão, de forma que esses alvos comenta tal ato de desespero, a fim de acabar com mensagens de ódios e desaprovação.

Portanto, para acabar com a cultura do cancelamento nas redes sociais, é preciso que o Governo fiscalize esses comportamentos de ódio gratuito na internet, e que esse assunto esteja mais presente nas salas de aulas, como debates e palestras educativas, para que assim, esses alvos do cancelamento, possam aprender com seus erros, sem condenação dos usuários na internet.