Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 07/07/2021
A expectativa criada no politicamente correto trouxe à sociedade contemporânea a cultura do cancelamento, na qual uma sociedade movida pela rede avaliada idealizados.Dessa forma, pode se entender que existe uma opinião dominante, que cancela aqueles que a contradizem.O filósofo Karl Marx explica que o poder dominante é gerado pela massa popular.Nesse prisma, os internautas, em massa, impõe a cultura do cancelamento nas redes sociais, no qual destaca-se a classe dominante impactando a sociedade.
Primeiramente, é fundamental entender as relações dentro da internet, como expectativas de seguir um ídolo são construídas em ambientes regrados e ao frustrar o seguidor se gera o cancelamento.Posto isso, o documentário “a vida depois do tombo” mostra a cantora Karol ConKá após ser cancelada, sua imagem sempre apresentada em ambiente controlados era símbolo de representatividade, porém, ao entrar ao vivo 24 horas em um realidade seus seguidores se frustraram com seu verdadeiro jeito e a cancelaram, parando de consumir produtos que ela envolvida. Sendo assim, o exato ponto apresentado por Marx, sem qual as ideias da classe de massa público são as ideias dominantes, independente da época.Dessa forma, o recorte da sociedade de massa como dominadora do pensamento gera o boicote pela quebra de expectativa, imposta pelos dominantes, criando uma obrigatoriedade de se cumprir o que a massa idealiza no indivíduo.
Outrossim, é indubitável reconhecer que a opinião pública junta como redes sociais se fonte da imposição do politicamente correto, porém, é imprescindível reconhecer que ela não é fruto das redes. Dessa forma, a classe dominante é responsável por diversos cancelamentos para a contemporaneidade, como, a caça como bruxas de Salém na qual o cancelamento intelectual matou mulheres inocentes por serem acusadas de bruxaria, mulheres que rompiam com a estrutura social imposta pelos homens dominantes foram cancelada na fogueira .Dessa maneira, se retrata atos extremos normalizados pelos grupos dominantes nos quais dependem de seu poder e influência social são capazes de tirar vidas inocentes.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham amenizar a cultura do cancelamento nas redes sociais.Por consequência, cabe ao Ministério dos Direitos Humanos conter ideias radicalistas e tratar aqueles que sofreram boicote público, fazer com que a sociedade se conscientize, somente assim,se constituirá uma classe dominante consciente sobre seus atos constituindo a coesão social sem o boicote.