Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea

Enviada em 31/08/2021

Com a rápida propagação em que as opiniões online são repassadas fica quase irreversível corrigir certa posição particular que tenha gerado insatisfação para determinadas pessoas. A ineficiência de leis para investigações fez com que os “cancelados” ficassem prejudicados por retaliações online, estando eles sujeitos as frustações e medos psicológicos.

Em primeiro plano a pouca interpretação resulta em severas acusações que podem sujeitar os “cancelados” a traumas emocionais como, ansiedade, depressão e outros problemas mais explícitos na sociedade contemporânea. A pouca veracidade dos fatos repassados torna-se cada vez mais frequente desde 2017 segundo o Guia do Estudante edição 2018, mais conhecido como Fake News, que são edições em vídeos e fotos que geram interpretações contrárias ao mencionado. Nos EUA existe o jornal “ A última linha de defesa da América”, com tom humorístico o diretor informa que todas as publicações são Fake News.

Em segundo plano a falta de investigações para os ocorridos de retaliação está deixando a justiça “contra a parede”, tendo de julgar imediatamente o “cancelado” devido a repercussões geradas por ele. Tem-se notado que na sociedade brasileira o poder de exclusão e condenação por redes sociais sem mesmos provas concretas.

Em virtude dos fatos mencionados cabe as ONG´s responsáveis por palestras em família nos bairros, conscientizar sobre a necessidade de buscar veracidade dos ocorridos em redes sociais , para não acusações falas, com o intuito de reduzir prejuízos aos “cancelados”. Ao Ministério Executivo cabe criar programas de leis que visa investigar o contexto e intenção do acusado, a fim de que compreenda se realmente houve intenção de ofender ou gerar algum humor não aceito na sociedade contemporânea.