Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea

Enviada em 25/09/2021

Na obra cinematográfica “Rede e ódio” um jovem passa a fazer sucesso ao danificar imagens de pessoas e proliferar o ódio nas redes sociais. Nesse sentido, a realidade no cenário nacional não é diferente, muitos indivíduos aproveitam do meio virtual propagar a cultura do cancelamento. Portanto, é imperioso analisar os motivos que tornam essa problemática uma realidade.

A priori, percebe-se que muitos usuários das redes sociais ficam constrangidos por motivo de ter afeto pela vítima, e ficam inconformados com a situação em que seu ídolo está. Nessa lógica, o jornalista brasileiro Carlos Heitor Cony afirma que a internet é poluidora, não no sentido ecológico, mas sim espiritual. Dessa maneira, podendo destacar a fragilidade psicológica desses usuários.

Outrossim, é notório destacar o pensamento de Eva Perón, onde relata que a violência nas mãos do povo não é violência, mas justiça. Diante disso, começa a perseguição e ameaças contra quem publicou injúrias no meio online e surge então a cultura do cancelamento, principalmente causado por crianças que não tem tanto conhecimento do óbice. Por esses motivos, ocasiona fragilidade psicológica, causando assim a depressão, ansiedade e até mesmo o suicídio.

Diante do exposto, medidas são necessárias para amenizar essa problemática. Destarte, o Ministério da Educação, por meio de verbas incentivem as escolas á promoverem palestras que abordem o princípio da tolerância. Deste modo a finalidade dessa ação é conscientizar as crianças desde cedo sobre respeito ao próximo. Só assim a cultura do cancelamento poderá ser revertida.