Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea
Enviada em 18/03/2022
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Or-ganização das Nações Unidas (ONU), declara a todos os indivíduos o direito ao bem-estar social. No entanto, o atual cenário fere essa garantia quando evidencia a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea. Nesse sentido, é notável a negligência governamental e a ausência de medidas educacionais.
Nessa perspectiva, convém enfatizar a negligência do governo diante do pro-blema. Segundo, o filósofo inglês Jonh Locke, o Estado, enquanto garantidor dos di-reitos fundamentais, deve assegurar uma vida confortável à sociedade. Desse mo-do a insuficiência institucional se configura como falha na função do corpo docen- te, visto que o Poder Público não garante os direitos aos cidadãos, por conseguinte, a população sofre com a privação de debates sobre o cancelamento. Destarte, fica evidente a omissão no cumprimento do ofício atribuído ao sistema político.
Ademais, vale ressaltar a carência de palestras educativas em âmbitos escola-res. Análogo a isso, o filósofo e matemático Pitágoras afirma: “Educai as crianças e não será preciso punir os homens.” Dessa forma, é perceptível a escassez de medi-das educacionais, quando não há autoconhecimento infantil, as criaças crescem e se tornam adultos alienados, com falta de conscientização de que possui um grau de responsabilidade na formação do mundo ao seu redor e, consequentemente, a dificuldade se agrava.
Logo, o Mistério da Cidadania, órgão do Poder Executivo federal brasileiro, de-ve promover campanhas de conscientização em escolas, por meio de investimen-tos públicos, com a finalidade de garantir o bem-estar social. Após essas ações es-pera-se que haja uma melhora no que tange à questão, conforme a Declaração Universal dos Direitos Humanos.