Debate sobre a cultura do cancelamento na sociedade contemporânea

Enviada em 31/05/2022

Albert Einstein, renomado físico alemão, afirma que “o espírito humano precisa prevalecer a tecnologia, análogo a isso a cultura do cancelamento, movimento iniacialmente criado para chamar atenção para causas naturais e ambientais. No entanto, percebe-se que esse presuposto não é impregado adequadamente nos dias no país, em relação ao cancelamento na sociedade brasileira, o que configura um problema a ser resolvido. Com efeito há de se examinar não somente as causas que levam uma pessoa a ser cancelada, mas também as consequências socias, fatores ligados a esse quadro lamentável.

Sob esse viés, vale salientar que os motivos que levam uma pessoa a ser cancelada leva ao combate ao cancelamento. Sob essa ótica, o filósofo iluminista John Locke desenvolveu o conceito, em que o estado seria responsável pelo bem-estar coletivo. Mas apesar de não ser uma terra sem lei a internet cancela diariamente centenas de pessoas, e segundo o g1.com esse número pode chegar a 60 mil ao ano.

Além disso é notório que as consequências sociais fora da internet, que afeta a saúde mental e física do cancelado. E neste sentido, pode se tornar gatilho para o agravamento de transtornos mentais, desde ansiedade, depressão, pânico com ou sem consumo de substâncias, entre outros.

Portanto, faz-se necessário ações para conter a cultura do cancelamento no Brasil. Para tanto o Governo Federal, cuja função é manter a harmonia social, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, com o auxílio de transmissão de propagandas e anúncios em programas de televisão e rádio, explicitem a necessidade de um sentimento de nacionalidade coletiva por parte da população. Feito isso a realidade destoará da obra de Dimenstein.