Debate sobre a gordofobia no Brasil

Enviada em 28/07/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948, pela ONU (Organização das Nações Unidas), assegura a todos os indivíduos o direito à educação e bem-estar na sociedade. Entretando a Gordofobia no Brasil, apresenta obstáculos na sua realização, uma vez em que o Bullying e  baixa autoestima estão vinculados à ela. Diante disso, se faz à análise desse contratempo.

Basilarmente, é crucial pontuar a ausência de medidas governamentais para combater a rejeição e perseguição para pessoas acima do peso. Dessa forma, aumentando os números de compulsão alimentar, principalmente em jovens e adolescente, tudo por consequência do bullying. Nesse sentido,  essa conjuntura, segundo John Locke, configura-se como a quebra do ‘contrato social’, já que os Estado não cumpre seu papel de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a previdência social, a qual é citada no 6º artigo da Constituição Federal de 1988.

Ademais, é fundamental apontar o padrão de beleza como impulsionador da baixa autoestima no Brasil. Diante de tal exposto, pessoas se sentem excluidas e com vergonhas de seus próprios corpos, levando a desenvolver graves transtornos alimentares, marcado por compulsão, seguido de métodos para evitar o ganho de peso, como é o caso da bulimia. Logo, é inadimissível que o cenário continue.

Contudo, é imprescindível que o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Saúde, coloque nutricionistas e psicólogos em postos de saúde e hospitais, com o fim de tratar da saúde e a mente. Entretanto, a mídia possue um impotante papel, o qual é, desfazer o padrão imposto pela sociedade, incluindo modelos plus size em desfiles e cormerciais, mostrando o verdadeiro corpo de várias brasileiras. Assim, se consolidará uma sociedade a qual o Estado desempenha corretamente seu ‘contrato social’, como afima John Locke.