Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 23/10/2021
Na Grécia Antiga o padrão de beleza era mulheres serem gordas, e homens musculosos. Todavia, na atualidade, tornou-se um problema ser gordo, visto que os padrões estéticos passaram a considerar bonitos e saudáveis apenas os corpos magros. Em suma, é visível a padronização de corpos por meio de métodos errados e não tão saudáveis, além da falta de preparo dos profissionais de saúde ao lidar com um paciente adiposo. Logo, faz -se necessário o debate sobre a gordofobia no Brasil.
Em primeiro plano, é necessário ressaltar que o Índice de massa corporal apesenta distorções. Apesar de, o mesmo ter sido considerado o indicador mais confiável de gordura corporal, ele também não leva em consideração a massa muscular, o que pode indicar incorretamente uma obesidade que não existe, disse os pesquisadores da Universidade Oxford. Dessa forma, é evidente que utilizar este método para taxar uma pessoa de obesa é inadequado.
Em segundo plano, nota-se que os próprios profissionais da saúde praticam gordofobia com pacientes sobrepeso. Portanto, faz-se necessário lembrar que na Constituição Brasileira, todos os brasileiros são iguais perante a lei, e tem proteção igual, porém em diversos locais pessoas gordas não são tratadas de forma condizente, como hospitais. Logo, a pessoa com execesso de peso não recebe devida atenção e ajuda necessária do médico, em razão do pensamento de que a doença está relacionada ao peso e não outro motivo.
Conclui-se que, diante dos fatos mencionados, a óbice atinge parte da população gorda. Por isso, faz-se necessário que o Estado, mediante a Secretária da Saúde, promover a democratização da informação sobre os métodos incorretos de comprovar uma obesidade e suas leis de proteção pessoal, por meio das principais redes de comunicação(internet e tv). Dessa forma, com intuito de debater e combater a gordofobia no Brasil, além de descontruir um padrão de beleza preconceituouso.