Debate sobre a gordofobia no Brasil

Enviada em 08/08/2021

Na música “Pretty Hurts”, da artista Beyoncé, é retratado a pressão estética sobre corpos acima do peso. Paralelamente, a realidade brasileira caracteriza-se com a mesma problemática no que diz respeito a gordofobia. Nesse sentido, percebe-se um delicado problema que tem como causas a má influência midiática e a educação deficitária nas escolas.

Dessa forma, o mau uso das mídias sociais é um desafio presente na problemática. O sociólogo Pierre Bordieu explica que o que foi criado para ser instrumento de democracia não deveria ser convertido em objeto de opressão. Porém, tal questão ainda é presente nas redes sociais, que são utilizadas para depreciar e ofender pessoas gordas, quando deveriam ser um ambiente de respeito e empatia. Logo, urge que as pessoas se responsabilizem por seus atos desrespeitosos e que a internet se torne um ambiente democrático como afirma o pensador.

Em paralelo, o ensino problemático dos colégios é um entrave no que diz respeito ao problema. Para o filósofo e sociólogo polonês Bauman vivemos em uma época de muita informação e pouca sabedoria. Tal constatação é nítida na questão da gordofobia, pois é muito comum que em livros escolares, por exemplo, pessoas acima do peso sejam retratadas como um exemplo de falta de saúde, isso por si só, dá certa “liberdade” para o preconceito entre alunos, o que cria adultos gordofóbicos. Assim, a escola se torna um ambiente com muita informação, mas pouco acolhedor.

Portanto, é indispensável intervir sobre a questão. Para isso, o Ministério da Educação deve proibir o uso de imagens de pessoas gordas como exemplos negativos em apostilas escolares, por meio de um projeto de lei entregue a Câmara dos Deputados. Nesse projeto deve constar que qualquer livro escolar que utiliza fotografias de pessoas gordas de maneira pejorativa deve ser imediatamente retirado e uma multa deve ser paga por isso. Paralelamente, é preciso intervir sobre a má influência midiática presente sem problema. Dessa maneira, o Brasil pode ter cidadãos mais conscientes e empáticos, ao contrário do que se vê na música da diva pop. Paralelamente, é preciso intervir sobre a má influência midiática presente sem problema. Dessa maneira, o Brasil pode ter cidadãos mais conscientes e empáticos, ao contrário do que se vê na música da diva pop. Paralelamente, é preciso intervir sobre a má influência midiática presente sem problema. Dessa maneira, o Brasil pode ter cidadãos mais conscientes e empáticos, ao contrário do que se vê na música da diva pop.