Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 27/10/2021
Consoante o cientista alemão Albert Einstein, “É mais fácil desintegrar do que um preconceito”. Sob essa lógica, é crucial salientar que o indivíduo acima do peso sofre com distúrbios que ferem o ego. Nesse sentido, ao observar esse impasse, sabe-se que ele está vinculado à má influência midiática e à má formação familiar. Sendo assim, serão verificados fatores para que se possa liquidá-los.
Convém ressaltar, a princípio, que à má influência midiática é um fator determinante para a persistência do problema. Conforme o filósofo Pierre Bourdieu -“Aquilo que foi criado tornar instrumento de democracia direta, não deve ser convertida em mecanismos de opressão simbólica” - ou seja, a ideia que a mídia passa, instaurando um “corpo perfeito” que é exposto em filmes e séries tornando-se ainda mais incisivo nas redes sociais. Além disso, é onde encontra-se o maior número de casos de gordofobia. Assim sendo, é crucial intervenções para o resolução da adversidade.
Outrossim, à má formação familiar ainda é um grande impasse no resolução da problemática. De acordo com o filósofo Talcott Parsons -” A família é uma máquina que produz personalidades humanas"- haja vista que, sendo a família o primeiro contato de uma criança com corpo social. Bem como, é a partir dela que desenvolve o senso do que é certo ou errado, como também devem buscar tratar os indivíduos igualmente, independentemente de seu porte físico ou alimentação, não havendo preconceito entre a comunidade. Desse modo, é inaceitável que essa situação permaneça.
Portanto, medidas são necessárias para resolver os impasses. Para isso, é crucial que o Ministério da Educação - administra a educação brasileira - e o Ministério da Saúde- responsável pela saúde do país- ofereçam palestras educativas por meio de escolas e praças públicas, conscientizando os alunos da igualdade na sala de aula e em todo âmbito social. Ademais, urge que orientem o corpo social para que possam ter mais empatia pelo próximo e reconheçam que todos são iguais e sem distinção, a fim de que possam diminuir os índices de indiferença na sociedade e o preconceito. Por fim, é preciso que a comunidade brasileira olhe de forma mais otimista para diferença, como constatou Albert Einstein.