Debate sobre a gordofobia no Brasil
Enviada em 08/09/2021
O preconceito ou intolerância existe há muito tempo, como, por exemplo, a escravidão, no qual perpetuou por vários anos até sua abolição por meio da Lei Áurea e desde aquele momento o preconulgamento veem em decadência em relação à raça ou etnia por projetos e leis prezando a igualdade, no entanto, se expande para outros tipos de preconceito, sendo um deles a gordofobia (abominação por pessoas gordas). Isto se deve pelo fato de que na sociedade capitalista a mídia tem influência e determinação dos padrões de beleza, pressupondo que uma mulher ou homem fora do propagado há aparência feia.
De início, o desenho animado “Bob Esponja Calça Quadrada”, um personagem ficcional baleia Pérola é uma adolescente na cidade de Fenda do Biquíni, ela é facilmente influenciada pela mídia, os seus hábitos são de consumismo por causa de suas amizades que adaptam os padrões de impostos para ser popular e estar na moda. Todas as suas ações são pensando nos outros e em suas últimas opiniões, e em vez de pensar em si própria, na falta do determinado, existe uma sensação de infelicidade e solidão, uns dos gatilhos para a depressão, o mal do século, havendo possibilidade até mesmo de suicídio.
Em segunda análise, nosso sistema econômico, o capitalismo, é inevitável que a mídia não está presente em nossas vidas, muitos artistas fazem-se plásticas e retirada de costela, como a cantora Paula Fernandes, para afinar a cintura para ficar “mais atraente” . Entretanto, o que não é divulgado por ela são as lesões, amputação e até mortes de pessoas que por falta de dinheiro, fizeram os mesmos estéticos em clínicas não autorizadas. Muitos homens e mulheres também fazem-se o uso de esteroides anabolizantes para o ganho de massa muscular, como, por exemplo, o Léo Stronda, no entanto, a grande diferença das pessoas normais e famosos é no uso acompanhamento rigoroso por médicos particulares, privilégio, no qual pessoas normais não têm dinheiro suficiente para obter e resultante em câncer e outra série de doenças letais.
Portanto, torna-se evidente a falta de educação social e o alto poder manipulador das mídias, é necessário que haja ações governamentais para conscientizar a população, principalmente os jovens e crianças, os alvos mais fáceis. Deve ser pelo Ministério da Educação, projetos que priorizem palestras em escolas para que seja apresentada a realidade sobre as mídias, seus benefícios e malefícios, e também a quebra de estereótipo através da rede governamental social, em que o alcance é maior. Torna-se possível a diminuição da influência dos meios de comunicação, consequentemente, seus padrões e aceitação da pessoa ser gorda.