Debate sobre a gordofobia no Brasil

Enviada em 06/09/2021

Na série “Os Simpons”, é narrada a vida de Homer, homem gordo que sofre bullying e é chamado de rolha de poço. Na obra, a personagem vinculado e anorexia, pois queria, a todo custo, emagrecer. Semelhantemente à ficção, a questão da gordofobia e do culto ao corpo padrão é danosa ao país, visto que a população tem sua integridade física e mental comprometida. Esse cenário nefasto deriva das bilhar propagandas afirmativas e da regionalização da presença médica.

Em primeiro plano, é do sabre público que as empresas não investem em propagandas inclusivas. De acordo com o Ministério da Cidadania (MC), apenas 8% das propagandas brasileiras têm como personagem principal obesos, ou seja, a maior parte das publicidades está voltada a um público tido como normal pelo fato de ter o peso ideal. Desse modo, parte da população população, na figura dos adiposos, tem seu senso de cidadania rebaixado, o que a leva a pensar que a sociedade não a aceita ou a quer por perto e acaba gerando casos clínicos prejudiciais, como a depressão; algo grave que deveria ser inexistente em um país de Constituição vigente, como o Brasil, pois a sociedade é induzida a adotar um estilo de vida e o direito de liberdade de escolha e desconsiderado.

Em suma a essa problemática, está a concentração dos nutricionistas nas grandes cidades. Segundo a Organização Mundial de Saúde, as pessoas que estão, devido à influência de terceiros, tentando perder peso, tendem a adotar cardápios pouco nutritivos que geram mal funcionamento do organismo, pois, em sua maioria, por morarem no interior, não têm acesso a consultas médicas

Por isso, de modo a acabar com a gordofobia, o MC, por meio de parcerias com as empresas, deve aumentar o número de comerciais com a participação central de obesos, e o Ministério da Saúde, por intermédio do Congresso Nacional, deve destinar mais verba ao SUS, para que esse possa homogeneizar uma concentração médica no país